segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

we've come a long way #5

Julianne Moore em "Um homem singular" ("A Single Man", de Tom Ford, a partir do romance de Christopher Isherwood

domingo, 15 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

we've come a long way

Julianne Moore em "O fim da aventura" ("The End of the Affair"), de Neil Jordan, a partir do romance de Graham Greene

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

still



Kristen Stewart e Julianne Moore, em "Still Alice", de Richard Glatzer e Wash Westmoreland

Tem a cor e a luz de um melodrama, ao mesmo tempo que ilumina o género, outra vez, com a força de um amor renovado. Aparentemente contido, aparentemente simples. Julianne Moore merece tudo, há muito tempo, óscares incluídos. A contracena com a Kristen Stewart é um tesouro, que devia fazê-la pensar em reduzir a pausa do cinema a que se impôs, aparentemente, e entre outras coisas, para cortar o cabelo curto, usar calções e fumar. 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015



David Lynch parece ter espirrado para o último filme de David Cronenberg. Bless him. Isto foi o que pensei depois. Julianne Moore ocupa quase tudo. Abençoada seja e aquele tique de boca que inventou para compor esta personagem. Não consigo evitar pensar que há tanto de humildade nisso, já que ela própria tem um movimento de lábios muito particular (e bonito). Dele parece ter retirado aquele movimento trágico com que contempla tudo a partir do ponto mais alto do seu ego em frangalhos. Não faltam personagens boas no filme. Eu escolhi-la. Escolho sempre.